Portugal - Musica
Este Blog é Dedicado a Todos os Portugueses do Mundo Inteiro; e a Todos os Artistas que Tocam e Cantam em Português.
Musica Portuguesa de Vários Géneros e Várias Gerações para Todas as Idades.
Este blog tem como unicos objetivos, a divulgação da Musica Portuguesa e o incentivo à compra de Musica Portuguesa.
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17 de agosto de 2013
24 de abril de 2013
José Cid - O Meu Piano
José Cid - O Meu Piano
Letra
Voando no universo
Com ambição e inspiração
No espaço de cada verso
Nas galáxias a sonhar sozinho
Com os erros que fizer
Só meus, só meus, só meus
Tão meus
Adeus amor adeus
Podes-me ver no meu piano
À laia de explicação
Jogar os sons do nosso amor
E compor esta canção
Assim eu vou voar sozinho
Com os erros que fizer sozinho
Com os erros que fizer
Só meus, só meus, só meus
Tão meus
Adeus amor adeus
Vou p´r´além da via láctea do amor
Vou p´r´além da luz do sol que eu nunca vi
Só vou na condição de homem sonhador
Só, só, só tão só
Sempre um milagre o meu piano
Se ouvir na eurovisão
Eu vou ficar em cada verso
Com a mão na mão
Vou ficar a sonhar sozinho
Com os erros que fizer
Só meus, só meus, só meus
Tão meus
Adeus amor adeus
10 de dezembro de 2012
Paco Bandeira - Chula da Livração
Paco Bandeira - Chula da Livração
Letra
Anda comigo
Vem ver a minha terra chão antigo
Este povo que canta livremente
A minha gente
Gente do vira
Da chula do malhão e do bailinho
Do fandango do fado e do corridinho
E ninguém vira
Vem ver de novo
A malta que se agiganta
No trabalho quando luta e quando canta
O nosso povo
A voz que anima
O grito de quem trabalha
Os ferrinhos o adúfe e a guitarra
A concertina
Lá lá ....................
Do sul ao norte
Da ilha da madeira a trás-os-montes
Ouvi gente cantar com a mesma graça
A nossa raça
O nosso canto
É feito de alegrias e cansaço
É por isso que vos deixo o meu abraço
Em cada canto
Vem ver de novo...
Lá lá lá...
Letra
Anda comigo
Vem ver a minha terra chão antigo
Este povo que canta livremente
A minha gente
Gente do vira
Da chula do malhão e do bailinho
Do fandango do fado e do corridinho
E ninguém vira
Vem ver de novo
A malta que se agiganta
No trabalho quando luta e quando canta
O nosso povo
A voz que anima
O grito de quem trabalha
Os ferrinhos o adúfe e a guitarra
A concertina
Lá lá ....................
Do sul ao norte
Da ilha da madeira a trás-os-montes
Ouvi gente cantar com a mesma graça
A nossa raça
O nosso canto
É feito de alegrias e cansaço
É por isso que vos deixo o meu abraço
Em cada canto
Vem ver de novo...
Lá lá lá...
14 de outubro de 2012
Tonicha - Zumba Na Caneca
Tonicha
Zumba Na Caneca
Musica de 1978
Letra
Oh meu bem aparte aparte - oioai
O cacho tinto do branco - oioai
Também eu fui apartada - oioai
Dum amor que queria tanto.
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba.
A uva que tem grainha - oioai
É fruto de bom sabor - oioai
São como os beijos que levo - oioai
Da boca do meu amor.
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba.
Berrão bombos e foguetes - oioai
Lá na quinta do Outeiro - oioai
Mata-se o porco em Dezembro - oioai
Prova-se o vinho em Janeiro.
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba.
Viva a festa da adiafa - oioai
Vivam todos quanto estavam - oioai
E viva o nosso arregueiro - oioai
Com uma caneca na mão.
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba.
Pumba, pumba
Cratapumba, pumba, pumba.
Cratapumba, pumba, pumba.
Cratapumba, pumba, pumba.
Cratapumba, pumba, pumba.
Cratapumba, pumba, pumba.
Cratapumba, pumba, pumba.
Cratapumba, pumba, pumba.
Ora zumba na caneca
Ora na caneca zumba
O diabo da caneca
Toda a noite catrapumba.
9 de julho de 2012
Marco Paulo - Ninguém Ninguém
Marco Paulo - Ninguém Ninguém
Musica de 1978
Letra
Ninguém, Ninguém
Quem não esteve já foi contar que me encontrou com novo amor sem saber nada
Vão falando porque é fácil inventar, todos inventam por aí
Acertaram sem saber que uma paixão anda agora dentro do meu coração
Desta vez podem dizer seja o que for mas isto agora é mesmo amor
De quem fui, de quem sou, onde vou?
Só eu sei mais ninguém sabe
Ninguém
Sim ou não, quem me dá a razão para tudo o que acontece?
Ninguém
Se te quero afinal bem ou mal ninguém nos vai separar
Ninguém
Deixa lá que ninguem mudará este amor que me pertence
Ninguém
Refrão:
NINGUÉM NINGUÉM
PODERÁ MUDAR O MUNDO
NINGUEM NINGUÉM
É MAIS FORTE QUE O AMOR
NINGUÉM, NINGUÉM, NINGUÉM
Musica de 1978
Letra
Ninguém, Ninguém
Quem não esteve já foi contar que me encontrou com novo amor sem saber nada
Vão falando porque é fácil inventar, todos inventam por aí
Acertaram sem saber que uma paixão anda agora dentro do meu coração
Desta vez podem dizer seja o que for mas isto agora é mesmo amor
De quem fui, de quem sou, onde vou?
Só eu sei mais ninguém sabe
Ninguém
Sim ou não, quem me dá a razão para tudo o que acontece?
Ninguém
Se te quero afinal bem ou mal ninguém nos vai separar
Ninguém
Deixa lá que ninguem mudará este amor que me pertence
Ninguém
Refrão:
NINGUÉM NINGUÉM
PODERÁ MUDAR O MUNDO
NINGUEM NINGUÉM
É MAIS FORTE QUE O AMOR
NINGUÉM, NINGUÉM, NINGUÉM
24 de março de 2012
Sérgio Godinho - O Primeiro Dia
Sérgio Godinho - O Primeiro Dia
Musica do Album de 1978 Pano Cru
Musica do Album de 1978 Pano Cru
Letra
A principio é simples, anda-se sózinho
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no borborinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso, por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vazia
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no borborinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso, por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vazia
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.
22 de fevereiro de 2012
Roberto Leal - Terra da Maria
Roberto Leal
Terra da Maria
Musica de 1978
Letra
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Trago meus sonhos a tanto tempo guardados
Eu já não sei onde quero estar agora
Quero ficar mas no fundo tenho pena
Dos olhos de uma pequena que me fazem ir embora
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quando parti disse adeus a minha terra
Vinha contente vinha cheio de ambição
Mas hoje eu vejo que as vezes a gente erra
Não há dinheiro que pague a paz do meu coração
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Talvez encontre dois braços a minha espera
E nem exista mais a casa onde eu nasci
Mas mesmo assim eu vou ao encontro dela
Que talvez nem mais se lembre do dia em que eu parti
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Trago meus sonhos a tanto tempo guardados
Eu já não sei onde quero estar agora
Quero ficar mas no fundo tenho pena
Dos olhos de uma pequena que me fazem ir embora
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quando parti disse adeus a minha terra
Vinha contente vinha cheio de ambição
Mas hoje eu vejo que as vezes a gente erra
Não há dinheiro que pague a paz do meu coração
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Talvez encontre dois braços a minha espera
E nem exista mais a casa onde eu nasci
Mas mesmo assim eu vou ao encontro dela
Que talvez nem mais se lembre do dia em que eu parti
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Eu vou, eu vou lá pra terra da Maria
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
Quem quiser venha comigo pois eu volto qualquer dia
11 de fevereiro de 2012
14 de outubro de 2011
Gemini - Dai-Li-Dou
Gemini - Dai-Li-Dou
Musica vencedora do Festival RTP da Canção de 1978
Musica vencedora do Festival RTP da Canção de 1978
Letra
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PRESO POR UM FIO
QUE SE DESENROLA
TENHO UM PAPAGAIO
DE PAPEL E COLA
QUANDO O LANÇO AO AR
PARECE QUE TEM MOLA
SEMPRE A PEDIR
PARA SUBIR
VOA PAPAGAIO
ESQUECE A MINHA IDADE
PUXA PELO FIO
DA MINHA VONTADE
FAZ POR ENCONTRAR
OS RUMOS DA VERDADE
QUE EU FAREI POR TE SEGUIR
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
TUDO O QUE AVISTARES
CONTA MEU AMIGO
QUE EU NA TERRA SONHO
ESTAR AÍ CONTIGO
MESMO QUE ME SINTA
NO MEIO DO PERIGO
VOU RESISTIR SÓ POR TE OUVIR
E EM CADA MANHÃ
SEREI UMA CRIANÇA
A BRINCAR NOS CAMPOS
VOANDO NA ESPERANÇA
DE COLHER A ESTRELA
QUE NINGUÉM ALCANÇA
MAS EU HEI-DE CONSEGUIR
DAI LI DOU
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
PAPAGAIO VOA
DAI-LI DAI-LI DAI-LI
DAI-LI DAI-LI DAI-LI DOU
DAI LI DAILI DOU
DAI LI DALI DALI DOU
9 de agosto de 2011
Victor Espadinha
Victor Espadinha - Recordar é Viver
Musica de 1978
Letra:
Foi em setembro que te conheci
Trazias nos olhos a luz de Maio,
Nas mãos o calor de Agosto e um sorriso
Um sorriso tão grande que não cabia no tempo
Ouve, vamos ver o mar...
Foste o 30 de fevereiro de um ano por inventar
Falamos, falamos coisas tão loucas e acabamos, em silêncio,
Por unir as nossas bocas e eu aprendi a amar
Trazias nos olhos a luz de Maio,
Nas mãos o calor de Agosto e um sorriso
Um sorriso tão grande que não cabia no tempo
Ouve, vamos ver o mar...
Foste o 30 de fevereiro de um ano por inventar
Falamos, falamos coisas tão loucas e acabamos, em silêncio,
Por unir as nossas bocas e eu aprendi a amar
Sim eu sei que tudo são recordações
Sim eu sei é triste viver de ilusões
Mas tu foste a mais linda história de amor
Que um dia me aconteceu e recordar é viver
Só tu e eu
Sim eu sei é triste viver de ilusões
Mas tu foste a mais linda história de amor
Que um dia me aconteceu e recordar é viver
Só tu e eu
Foi em Novembro que partistes
Levavas nos olhos as chuvas de Março
E nas mãos o mês frio de Janeiro
Lembro-me que me dissestes que o meu corpo tremia
E eu que queria ser forte, respondi que tinha frio
Falei-te do vento norte
Não me digas adeus, quem sabe talvez um dia...
Como eu tremia meu Deus! Amei como nunca amei
Fui louco? Não sei, talvez! Mas por pouco, muito pouco,
Eu voltaria a ser louco; amar-te-ia outra vez
Levavas nos olhos as chuvas de Março
E nas mãos o mês frio de Janeiro
Lembro-me que me dissestes que o meu corpo tremia
E eu que queria ser forte, respondi que tinha frio
Falei-te do vento norte
Não me digas adeus, quem sabe talvez um dia...
Como eu tremia meu Deus! Amei como nunca amei
Fui louco? Não sei, talvez! Mas por pouco, muito pouco,
Eu voltaria a ser louco; amar-te-ia outra vez
Sim eu sei que tudo são recordações
Sim eu sei é triste viver de ilusões
Mas tu foste a mais linda historia de amor
Que um dia me aconteceu e recordar é viver
Só tu e eu (3x)
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