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Portugal - Musica
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Dina - Amor De Água Fresca Musica vencedora do Festival RTP da canção de 1992
Letra Quando eu vi olhos de ameixa e a boca de amora silvestre Tanto mel, tanto sol, nessa tua madeixa, perfil sumarento e agreste
Foi a certeza que eras tu, o meu doce de uva E nós sobre a mesa, o amor de morango e cajú
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca, ohoh...
Tens na pele travo a laranja e no beijo três gomos de riso Tanto mel, tanto sol, fruta, sumo, água fresca, provei e perdi o juízo
Foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça Vem... vem... vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Ah... foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Resistência - A Noite Musica do AlbumMano a Manode 1992
Letra
Ela sorriu,
E ele foi atrás,
Ela despiu,
E ela o satisfaz,
Passa a noite,
Passa o tempo devagar,
Já é dia,
Já é hora de voltar. Aqui ao luar, ao pé de ti, ao pé do mar,
Só o sonho fica, só ele pode ficar. 2X
Quadrilha - Ai Caramba Musica do Album de 1992 Contos de Fragas e Pragas
Letra
Veio da costa com sorrir de quem chegava cedo Trazia histórias de baleias de marés e medo E aquela gente que nunca tinha visto o mar contado Ouvia tudo como segredo que é revelado
E a filha do carpinteiro que era como uma sereia Tão boa como água mansa fêmea como a lua cheia De crescer água na boca de sonhar a noite inteira Punha-me a pensar sozinho que ainda a deitava na eira
[Refrão] Ai caramba! Aquilo é que havia de ser caramba Palavra de honra Só me arrependia do que não fizesse Ai se eu pudesse catraia Levava-te a navegar O teu lenço, a tua saia Deitava os dois ao mar E era o que Deus quisesse, Ai catraia se eu pudesse... E era o que Deus quisesse, Ai catraia se eu pudesse...
Raio de moça que já me põe a falar sozinho Ainda hei-de um dia aparecer-lhe à curva do caminho Quando a nascente se levantar lá das terras da sorte Hei-de dizer-lhe que é mais bravia que o vento norte
E um dia de manhãzinha o pescador perdeu o medo E foi bater-lhe à porta e disse eu quero contar-te um segredo E ela pior que as marés deu-lhe a resposta despachada Mais mas é de volta ao mar que tu daqui não levas nada
[Refrão]
Ai se eu pudesse...
Ai caramba Aquilo é que havia de ser caramba Palavra de honra Só me arrependia do que não fizesse
[Refrão]
Ai caramba! Aquilo é que havia de ser caramba Palavra de honra Só me arrependia do que não fizesse Ai se eu pudesse catraia Levava-te a navegar O teu lenço, a tua saia Deitava os dois ao mar E era o que Deus quisesse, E era o que Deus quisesse, Ai catraia se eu pudesse...
Vários ( Rui Veloso, Rao Kyao e Nuno Bettencourt ) - Maubere Musica de 1992
Letra
Longe da vista longe da mão
Longe de tudo mas perto do coração
When the sun rises in East Timor
There is pain and fear behind each door
The streets are watched by M 16's
Aiming at the hearts aiming at the dreams
Of Maubere people
Hold on proud Maubere
You're not alone so don't despair
Hope is older than you and me
Sooner or late you will be free
When the sun sets in western homes
Your Holly Mary prayer disturbs eyes and ears
The TV sets are smeared with blood
And washed in your tears
Maubere people
Fight back brave Maubere
Someone cares for you so don't despair
Hope is older than you and me
Sooner or later you will be free
But I wonder still how many have to die
Under prayers and cries
Till the world won't close its eyes
Who knows who can tell?
Ambush on the hills
Ambush everywhere
Fight back Maubre
They may tie up your hands
And blind you with a blind fold
They may shoot your body
And dump you in a hole
They may put you chains
But they can't chain you soul
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim, hey!
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Foi no porto de Lisboa, a beber e a cantar
Conheci um marinheiro de quem vos vou falar
Valente marinheiro, nascido em noite de tempestade
Era só uma garrafa que deixou pela metade
Fugindo com aguardente, nenhum deixou pensar
Escolheu ser marinheiro mas não sabendo enjoar
E assim foi navegando pelos lados do Sodré
Mas dentro de uma garrafa nunca mais se perde o pé
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim, ha!
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Há quem navegue de porto em porto, navegue de bar em bar
Há quem procure fazer fortuna, eu procuro naufragar
Telefonei p'ra Tóquio só p'ra te ouvir cantar
Pensei que a tua voz me pudesse animar
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Há quem navegue de porto em porto, navegue de bar em bar
Há quem procure fazer fortuna, eu procuro naufragar
Telefonei p'ra Tóquio só p'ra te ouvir cantar
Pensei que a tua voz me pudesse animar
Telefonei p'ra Tóquio só p'ra te ouvir cantar
Pensei que a tua voz...
Yiii-ha! Yahoo! Hahaha! Yiii-ha!
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparim
Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim
Raparaparaparaparaparaparaparaparaparaparaparim!
GNR - Sangue Oculto Musica do Album de 1992 Rock in Rio Douro
Letra
Há luz na artéria principal,
Ardem as chamas de dois sóis
Há luta na arena artificial
Corre o sangue mato-me primeiro e a ti depois
Al huir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego una frontera Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar Flores como la sangre
Correran entre mis venas
Ardem como el deseo
Tu prison y mis cadenas Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar Al huir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego una frontera Ao fugir de uma investida
Como saltar a fogueira
A barragem de fogo, uma fronteira Al dejar la propria vida
Sin volver la pista atras
Guardaré la sangre que tengo para dar Al huir de una investida
Es como saltar una hoguera
La barrera de fuego una frontera Ao fugir da própria vida
Sem correr e sem saltar
Oculto o sangue que tenho para dar Ao fugir de uma investida
Es como saltar una hoguera
Uma barragem de fogo, uma fronteira Al dejar la propria vida
Sin volver la pista atras
Oculto o sangue que tenho para dar
Xutos e Pontapés - Chuva Dissolvente Musica do Album Dizer Não De Vez de 1992
Letra:
Entre a chuva dissolvente
No meu caminho de casa
Dou comigo na corrente
Desta gente que se arrasta
Metro, túnel, confusão
Entre súor despertino
Mergulho na multidão
No dia a dia sem destino
Putos que crescem sem se ver
Basta pô-los em frente à televisão
Hão-de um dia se esquecer
Rasgar retratos, largar-me a mão
Hão-de um dia se esquecer
Como eu quando cresci
Será que ainda te lembras
Do que fizeram por ti?
E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei, já me esqueci
Quando te livrares do peso
Desse amor que não entendes
Vais sentir uma outra força
Como que uma falta imensa
E quando deres por ti
Entre a chuva dissolvente
És o pai de uma criança
No seu caminho de casa
E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei...
Já me lembrei, já me esqueci