Portugal - Musica

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26 de maio de 2013

Sara Tavares - Chamar A Música

Sara Tavares - Chamar A Música


Letra

Esta noite vou ficar assim
Prisioneira desse olhar
De mel pousado em mim
Vou chamar a música
Pôr à prova a minha voz
Numa trova só p'ra nós

Esta noite vou beber licor
Como um filtro redentor
De amor, amor, amor
Vou chamar a música
Vou pegar na tua mão
Vou compor uma canção

Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música

Esta noite não quero a TV
Nem a folha do jornal
Banal que ninguém lê
Vou chamar a música
Murmurar um madrigal
Inventar um ritual

Esta noite vou servir um chá
Feito de ervas e jasmim
E aromas que não há
Vou chamar a música
Encontrar à flor de mim
Um poema de cetim

Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música

30 de março de 2013

Mário Mata - Somos Portugueses

Mário Mata - Somos Portugueses ( Temo-Los No Seu Lugar )




Letra

O mundo está doente      
Nós não estamos melhor não há futuro
Ocidente ou Oriente
Qual deles é o pior não há futuro
Todo o mundo nos engana
Estamos todos no mesmo bote não há futuro
Tem pinta de cigana
Namorada de chicote não há futuro

Somos portugueses, nós somos latinos

E gostamos muito de criticar
Nós somos portugueses, nós somos pequeninos
Mas nós têmo-los no seu lugar

Ganhamos Aljubarrota

Abandonamos Timor não há futuro
Passamos pela bancarrota
Então fiquemo-nos pelo amor não há futuro
Somos um país de inventores
Estamos sempre a inventar não há futuro
Até nos chamaram de invasores
Somos um povo invulgar não há futuro

Temos o fado e a guitarra

De Coimbra até Lisboa não há futuro
Temos formigas e cigarras
Uns trabalham, outros na boa não há futuro
Pertencemos à Europa
Há quem não saiba o que isso é não há futuro
Tem chicote a cachopa
Tem vergonha da ralé não há futuro

Somos um povo emigrante

Estamos sempre em todo o lado não há futuro
A sofrer somos bastantes
Temos o destino traçado não há futuro
Que será de nós, pergunto,
Daqui a quatrocentos anos não há futuro
Que diabo de assunto
Ando para aqui aos enganos não há futuro

16 de maio de 2012

Quim Barreiros - Mestre De Culinária

Quim Barreiros - Mestre De Culinária
Musica de 1994


Letra

Sou solteiro e bom rapaz
Vivo num apartamento
Ainda sou muito novo
Pra pensar em casamento

Convido minhas amigas
Pra comer e pra dancar
Mas demoro muito tempo
A preparar o jantar

Eu sou o mestre de culinaria e sei enfeitar a travessa
Vou comprar uma panela de pressao
Para ver se eu cozinho mais depressa

Sei que sou bom cozinheiro
Aprendi com a Isabelinha
Mas confesso que me faltam
Utensilios de cozinha

Todas me dizem o mesmo:
Que jantar delicioso
Quem tem fome desespera
Pois sou muito vagaroso

Eu sou o mestre de culinaria e sei enfeitar a travessa
Vou comprar uma panela de pressao
Para ver se eu cozinho mais depressa

2 de março de 2012

José Alberto Reis - Alma Rebelde


    José 
  Alberto 
    Reis 

Alma Rebelde



Musica de 1994





Letra

 Vida minha, espera um pouco
Não me deixes esta noite, por favor
Vida minha, é tão cedo
Não acordes a manhã do nosso amor

Cada noite de amor que nós perdemos

é um dia a menos que vivemos
e tu partes por capricho, e nada mais

Alma Rebelde,

rebelde, rebelde
Não sejas assim
Alma rebelde
rebelde, rebelde
Eu sofro por ti
só contigo eu sei falar
só a ti eu sei amar
tenho os braços tão cansados
de esperar

Alma Rebelde,

rebelde, rebelde
Não sejas cruel
Alma rebelde
rebelde, rebelde
Escuta o qu'eu te digo
Eu não te posso prender
mas se quiseres aprender
fica apenas esta noite,
aqui comigo

Vida minha, espera um pouco

Hoje é o nosso aniversário, não esqueci
Vida minha, são pra ti
trouxe as rosas mais bonitas qu'eu já vi

È o amor que eu te quero dar

tão sincero não terás jamais
E tu partes por capricho, e nada mais

Alma Rebelde,

rebelde, rebelde
Não sejas assim
Alma rebelde
rebelde, rebelde
Eu sofro por ti
só contigo eu sei falar
só a ti eu sei amar
tenho os braços tão cansados
de esperar

Alma Rebelde,

rebelde, rebelde
Não sejas cruel
Alma rebelde
rebelde, rebelde
Escuta o qu'eu te digo
Eu não te posso prender
mas se quiseres aprender
fica apenas esta noite,
aqui comigo

16 de fevereiro de 2012

Quinta do Bill - Os Filhos da Nação

Quinta do Bill - Os Filhos da Nação

Musica do Album de 1994 Os Filhos da Nação





Letra 

 Aqui estás tu, jovem atento
acordado neste fim de século
à espera de um lugar
difícil de encontrar
no canudo vive a esperança.

Atrás das luzes em vertigem

ao medo da noite decente
que tens que conquistar
tu tens de conquistar


Ai estes são os filhos da nação

adultos para sempre
ansiosos por saber
se a cruz é salvação

Pões as cenas sem nada para temer

velho cúmplice da decisão
presa é uma ordem
que não podes quebrar,
o desfacinado ofício da vitória

A fúria de um monólogo

que insiste em partilhar
mas não entendes porquê
mas não entendes porquê

1 de fevereiro de 2012

Quinta do Bill - Menino

Quinta do Bill - Menino

Musica do Album de 1994 Os Filhos da Nação






Letra

 Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver.


Quando eu já for velhinho

Acabado de morrer
Olha bem para os meus olhos
Sem vida aonde te ver.

12 de outubro de 2011

Agata - Perfume de Mulher

Agata - Perfume de Mulher
Musica do Album de 1994 Perfume de Mulher





Letra

Eu já desconfiava, quando tu chegavas tarde pra
Jantar.
E sem qualquer conversa dizias depressa estive a trabalhar
Tu sentavas-te a mesa
E com safadeza mentias pra mim
E eu ia, no teu jogo.
E punha as mãos no fogo que não era assim


(Refrão)
Por isso sai, sai da minha vida.
Vai não quero sofrer
Sai que eu morro de ciúmes
Ai desse perfume da outra mulher
Por isso sai, sai da minha vida.
Vai não te quero ver
Sai sem nenhum queixume
E leva o perfume da outra mulher
--
E os telefonemas, cartas e poemas.
Que eu bem li
E aquele retrato que ao limpar teu quarto
Ai eu descobri
Sim os sonos agitados
Que tinhas a meu lado, dizendo sem fim.
O nome de quem tu amavas
Por ela chamavas mesmo ao pé de mim


(Refrão)

Eu já sabia tudo
Mas tu lá no fundo pensavas que não
Nem se quer disfarçavas, as marcas deixadas no teu
Jaquetão.
Sim as madeixas negras
Que hoje ainda negas, mas que eu te digo.
Que são, são da mesma dona.
Desse novo aroma, que trazes contigo.