Portugal - Musica

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25 de fevereiro de 2013

Pedro Madeira - O rapaz do piano

Pedro Madeira - O rapaz do piano
 Musica do Album Onze




Letra

Leva as histórias, as memórias
Do que um dia fomos
Leva a água no deserto
Do teu coração
Mas não oh-oh-oh
Acabou-se a minha sede
Vivo da inspiração

Podes tentar ler as palavras
Que expulso com a raiva
Já nem sentes o que sentes
O teu sangue está dromente
Lábios secos viciados
Desencontrados, devastados
Pela dor dos beijos já não dás
Para sempre conquistados

Agora é hora de ouvires um não
Na tua mente
Fiz tudo o que podia
Trabalhei para o eternamente
Eternidade, leva-me de uma vez
Dois corpos vazios
Uma mão cheia de porquês
Mas porquê pensar que a vida é feita de verdade?
Para que acreditar que o amor não há quem mate?
Sou assassino condenado a um passado encantado
Desculpa este adeus
Tiras-te a máscara checkmate

Refrão:
Leva as histórias, as memórias
Do que um dia fomos
Leva a água no deserto
Do teu coração
Mas não oh-oh-oh
Acabou-se a minha sede
Vivo da inspiração

Leva as histórias, as memórias
Do que um dia fomos
Leva a água no deserto
Do teu coração
Mas não oh-oh-oh
Eu não ganho o meu corpo
P´ra viver da inspiração

Homicídio voluntário
As razões são mais que muitas
Lembro as brigas, as mentiras
As verdades ocultas
Só pedi sinceridade
No que distingue amor de amizade
Mas não mostras-te, continuas-te
Olha a que ponto chegaste
Pensei vender a voz
Negociar com o além
Já partiu
Era apenas o desejo de seres alguém
A fama corrompe as veias
Leva ao céu e ao Inferno
Apenas é assim o teu ser
Eu continu-o a ser eterno
Fomos todos iguais
Nunca lutei pela ambição
O teu nome é tão sonante
Igual ao meu ao milhão
Vai naquela tal razão
Canções nascem todo o ano
Lembrando que para sempre
Sou o rapaz do piano

Leva as histórias, as memórias
Do que um dia fomos
Leva a água no deserto
Do teu coração
Mas não oh-oh-oh
Acabou-se a minha sede
Vivo da inspiração

Leva as histórias, as memórias
Do que um dia fomos
Leva a água no deserto
Do teu coração
Mas não oh-oh-oh
Não ganho o meu corpo
P´ra viver da inspiração

Yeah
O rapaz do piano

Leva as histórias, as memórias x8
E leva as histórias x4
Mas não oh-oh-oh
Acabou-se a minha sede
Vivo da inspiração
 

24 de fevereiro de 2013

Zé Amaro - Nortenho do coração

Zé Amaro - Nortenho do coração




Letra

Vivo aqui neste cantinho,
o meu patrão aqui sou eu,
aqui eu tenho maior presente que deus me deu.

Madrugada o galo canta,
e a gente ja levanta, pra fazer a obrigação

Todos juntos num sorriso fazemos o que é preciso com grande satisfação

Eu nasci aqui, aqui vou morrer,
sou deste norte lindo e tenho orgulho em o ser.
Eu nasci aqui, aqui vou morrer,
sou deste norte lindo e tenho orgulho em o ser.

Tens aldeias muitos simples,
Fluidas são tuas cidades,
Em relação à alimentação. é da melhor qualidade.
Remédio aqui são as plantas, bebemos água da fonte,
Que nasce no pé da serra

Comemos o que plantamos, com as nossas próprias mãos,
Nesta abençoada terra.

Eu nasci aqui, aqui vou morrer,
sou deste norte lindo e tenho orgulho em o ser.
Eu nasci aqui, aqui vou morrer,
sou deste norte lindo e tenho orgulho em o ser.
sou deste norte lindo e tenho orgulho em o ser.
sou deste norte lindo e tenho orgulho em o ser.

22 de fevereiro de 2013

Rio Grande - Postal dos Correios

Rio Grande - Postal dos Correios




Letra

Querida mãe, querido pai. Então que tal?
Nós andamos do jeito que Deus quer
Entre dias que passam menos mal
Em vem um que nos dá mais que fazer

Mas falemos de coisas bem melhores
A Laurinda faz vestidos por medida
O rapaz estuda nos computadores
Dizem que é um emprego com saída

Cá chegou direitinha a encomenda
Pelo "expresso" que parou na Piedade
Pão de trigo e linguiça pra merenda
Sempre dá para enganar a saudade

Espero que não demorem a mandar
Novidade na volta do correio
A ribeira corre bem ou vai secar?
Como estão as oliveiras de "candeio"?

Já não tenho mais assunto pra escrever
Cumprimentos ao nosso pessoal
Um abraço deste que tanto vos quer
Sou capaz de ir aí pelo Natal


Já não tenho mais assunto pra escrever
Cumprimentos ao nosso pessoal
Um abraço deste que tanto vos quer
Sou capaz de ir aí pelo Natal

21 de fevereiro de 2013

Rita Guerra - Só Quando já For Tarde Demais

Rita Guerra - Só Quando já For Tarde Demais
Musica do Album de 2010 Luar




Letra

E sem reservas me atirei
sempre pensado "agora sim"
eu ja tinha tão pouco para dar
e tu levaste o que restou de mim

(Refrão)
Só quando já for tarde demais
e nada mais houver a fazer
abraçado a mim vais querer respirar
mas não mais o irás fazer
E quando sentires que o mundo desabou
e só em mim tu vês um porto seguro
vais lembrar-te da verdade mais pura
foste tu quem decidiu p'los dois, este futuro

Não serás mais que uma recordação
um reflexo num espelho que eu não vi
o mesmo espelho que hoje parto
para de vez esquecer de ti

Pois sem reservas me atirei
sempre pensado "agora sim"
eu ja tinha tão pouco para dar
e tu levaste o que restou de mim

(Refrão)
Só quando já for tarde demais
e nada mais houver a fazer
abraçado a mim vais querer respirar
mas não mais o irás fazer
E quando sentires que o mundo desabou
e só em mim tu vês um porto seguro
vais lembrar-te da verdade mais pura
foste tu quem decidiu p'los dois, este futuro


Só quando já for tarde demais
e nada mais houver a fazer
abraçado a mim vais querer respirar
mas não mais o irás fazer

Só quando já for tarde demais
e nada mais houver a fazer
abraçado a mim vais querer respirar
mas não mais o irás fazer

E quando sentires que o mundo desabou
e só em mim tu vês um porto seguro
vais lembrar-te da verdade mais pura
foste tu quem decidiu p'los dois, este futuro (ooo ohhhh)

Este Futuro...
Este Futuro...
Este Futuro...
hm....