Portugal - Musica
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Musica Portuguesa de Vários Géneros e Várias Gerações para Todas as Idades.
Este blog tem como unicos objetivos, a divulgação da Musica Portuguesa e o incentivo à compra de Musica Portuguesa.
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10 de março de 2013
9 de março de 2013
8 de março de 2013
7 de março de 2013
Musica Tradicional: Teresa Silva Carvalho - Ó rama o que Linda rama
Musica gravada originalmente por esta artista em 1979
Letra
Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu
Se houvesse quem me ensinasse
Quem aprendia era eu
Ó rama Ó que linda rama
Ó rama da oliveira
O meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira
Que anda aqui na roda inteira
Aqui e em qualquer lugar
Ó rama Ó que linda rama
Ó rama do olival
Não me invejo de quem tem
Carros parelhas e montes
Só me invejo de quem bebe
A água em todas as fontes
Ó rama Ó que linda rama
Ó rama da oliveira...
6 de março de 2013
5 de março de 2013
Pólo Norte - Aprender a ser feliz
Pólo Norte - Aprender a ser feliz
Musica de 1997
Letra
Andar, nesta estrada,
Por caminhos incertos,
Tão longe e tão perto do que eu quero ser,
Cantar, uma balada,
De sonhos despertos,
E braços abertos para te conhecer
Mas na verdade estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir;
Refrão
Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz
A guitarra que só toca por amor
Não acalma o desejo, nem a dor
Bem vês, companheira,
Eu parto sozinho, percorro o destino às vezes sem querer
Talvez, também queira,
Cantar-te baixinho
Dar-te o meu carinho e tudo esquecer
Mas na verdade estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir;
Refrão
Musica de 1997
Letra
Andar, nesta estrada,
Por caminhos incertos,
Tão longe e tão perto do que eu quero ser,
Cantar, uma balada,
De sonhos despertos,
E braços abertos para te conhecer
Mas na verdade estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir;
Refrão
Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz
A guitarra que só toca por amor
Não acalma o desejo, nem a dor
Bem vês, companheira,
Eu parto sozinho, percorro o destino às vezes sem querer
Talvez, também queira,
Cantar-te baixinho
Dar-te o meu carinho e tudo esquecer
Mas na verdade estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir;
Refrão
4 de março de 2013
3 de março de 2013
Conjunto António Mafra - Sete e Pico
Conjunto António Mafra - Sete e Pico
Letra
No Baile da D. Ester
Feito a semana passada
Foram dar com o Chaufer
A dançar com a criada
Dizia-lhe ela baixinho
Na prise és bestial
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal A D. Inês sequiosa
Não resistiu ao Wiski
E pra se tornar famosa
Quis ir dançar o twist
Ao dar um jeito partiu-se
A cluna vertebral
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
O D. José de Vicente
Que é de S. Pedro da Cova
Pra mostrar que ainda é valente
Foi dançar a Bossa nova
Escorregou no soalho
Caiu, foi pro hospital
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Quando o serviço abundante
No baile se iniciou
O D. Grilo num instante
A alface devorou
Diz-lhe a Locas ao ouvido
Pareces um animal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Faltou a luz e gerou-se
A confusão natural
E a Locas encontrou-se
Nos braços do Amaral
Logo esta grita aflita:
Acendam o castiçal!
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Letra
No Baile da D. Ester
Feito a semana passada
Foram dar com o Chaufer
A dançar com a criada
Dizia-lhe ela baixinho
Na prise és bestial
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal A D. Inês sequiosa
Não resistiu ao Wiski
E pra se tornar famosa
Quis ir dançar o twist
Ao dar um jeito partiu-se
A cluna vertebral
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
O D. José de Vicente
Que é de S. Pedro da Cova
Pra mostrar que ainda é valente
Foi dançar a Bossa nova
Escorregou no soalho
Caiu, foi pro hospital
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Quando o serviço abundante
No baile se iniciou
O D. Grilo num instante
A alface devorou
Diz-lhe a Locas ao ouvido
Pareces um animal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Faltou a luz e gerou-se
A confusão natural
E a Locas encontrou-se
Nos braços do Amaral
Logo esta grita aflita:
Acendam o castiçal!
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr´aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
2 de março de 2013
1 de março de 2013
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